Transporte de alimentos exige vários critérios de logística e segurança

Por Urano Logística - 04/07/2022

UranoLog segue à risca todas as exigências deste segmento para realizar uma entrega eficiente

 

Quando a crise bate à porta, o consumidor pode deixar de comprar muitas coisas e reduzir diversas áreas de consumo, mas, se tem algo que ele não vai deixar de adquirir são os alimentos, pois eles formam uma das bases para a sobrevivência humana. As demandas no setor alimentício  podem ser menores ou maiores, a depender de várias questões, mas nunca serão nulas. É por isso que o transporte de alimentos ocupa tanto destaque no setor.

 

Atualmente, o transporte de cargas por si só já carrega muitos desafios, boa parte deles são herdados de sua origem  e não devem desaparecer em um breve futuro. Mas, quando os alimentos entram em jogo, a entrega fica ainda mais complicada.

 

Só quem produz alimentos realmente conhece a dificuldade enfrentada na hora da distribuição, visto que as cadeias de produção estão muito longe da maioria dos postos de comercialização. Afinal, vivemos em um país continental, que, por sua própria natureza, gera uma amplitude muito grande nas redes de distribuição. Os polos de produção, no entanto, não seguem essa lógica. Ao contrário, as grandes indústrias ficam centradas em algumas regiões específicas.

 

Quando falamos dos desafios em volta da entrega de alimentos, logo associamos ao transporte de alimentos perecíveis – que exigem uma entrega muito rápida e em condições especiais de armazenamento, como a refrigeração. Isso está certo, mas não define a única preocupação do segmento.

 

O transporte de alimentos não perecíveis também exige uma série de especificações, que variam de acordo com o tipo de produto, forma de acomodação na carreta, tipo de embalagem, distância do trajeto, rota que será utilizada e muito mais. Vários cuidados devem ser tomados na hora do carregamento e durante o transporte, mas um dos pontos mais complexos do processo está na hora da entrega.

 

A UranoLog é especialista na logística de entrega em supermercados, pois realiza o transporte de alimentos há muitos anos, mas o processo não é nada fácil.  Cada local tem suas próprias especificações para receber mercadorias, como restrição de horários, padronização de paletes e embalagens.

 

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O que a legislação fala sobre o transporte de alimentos?

A legislação brasileira é conhecida por ser uma das mais complexas do mundo e, com relação ao transporte de alimentos, não poderia ser diferente. A principal responsável pela fiscalização é a Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Seu objetivo é elaborar regras, portarias, soluções, programas e regulamentos para a padronização, segurança e eficiência das operações sanitárias no Brasil.

Vale destacar, também, outros órgãos fiscalizadores que atuam em conjunto:

  • Vigilância Sanitária (Visa), que é integrada pelos agentes que inspecionam as operações e identificam as irregularidades;
  • Vigilância Sanitária de Alimentos, divisão específica da Visa que também realiza operações de inspeção e fiscalização;
  • Delegacia de Polícia de Defesa do Consumidor (Decon), que faz uma ponte para que as pessoas denunciem práticas abusivas ou outras irregularidades;
  • Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), órgão dedicado à defesa do consumidor, que recebe denúncias e orienta o poder público em investigações sanitárias.

Levando em consideração que o transporte rodoviário é o mais utilizado no país, algumas normas foram criadas para manter o cuidado, a segurança e a regulamentação de cargas e condições de higiene extremamente necessárias.

A primeira delas é da Portaria da Secretaria de Vigilância Sanitária nº 326, que estabelece requisitos gerais de higiene, assim como boa práticas de fabricação e manuseio correto de alimentos. Quanto ao transporte, os meios utilizados devem ser adequados para esse fim, feitos de material que permitam o controle de conservação, limpeza e desinfecção completa.

O controle é realizado de forma rígida, para que seja garantida a não contaminação dos alimentos transportados. Assim como se deve ter cuidado com a putrefação, usando equipamentos especiais para refrigeração, caso seja necessário.

A segunda norma importante a ser ressaltada é a Resolução da Anvisa nº 275, que padroniza procedimentos técnicos e operacionais para empresas que trabalham com o setor alimentício. No caso do transporte, destacam-se temperatura ideal, veículo limpo com ausência de pragas, manter a integridade do produto e a verificação de cargas que podem colocar em risco a segurança dos alimentos transportados.

 

Como é feita a fiscalização?

Agentes sanitários e postos de fiscalização ficam posicionados em pontos estratégicos de entrada e saída do país, bem como em limites de municípios e divisas entre estados, realizando o controle de segurança das cargas. 

O objetivo é verificar se a operação apresenta todas as condições necessárias para o deslocamento destes alimentos, considerando fatores como refrigeração, circulação de ar, descarte correto de resíduos, higiene, desinfecção e isolamento, evitando, assim, qualquer tipo de negligência por parte das transportadoras e dos produtos carregados.

 

Porém, as ações de vigilância sanitárias são muitas, envolvendo todas as etapas da cadeia de produção, supervisionando boas práticas de fabricação, armazenamento, envasamento e distribuição.

No caso do transporte, o veículo escolhido deve cumprir alguns requisitos, tais como:

  • ter instrumentos de fixação e proteção da carga que não a contaminem ou prejudiquem;
  • apresentar o Certificado de Vistoria;
  • ser equipado com estruturas plásticas para a proteção dos alimentos;
  • ter um sistema de refrigeração compatível com a perecibilidade do alimento;
  • não ultrapassar o tempo necessário de entrega;
  • apresentar uma cabine de condução separada do baú;
  • ser exclusivamente dedicado ao transporte de alimentos;
  • ter boas condições de higiene.

Desta forma, garante-se a segurança dos alimentos transportados, sempre visando a higiene e as boas condições dos produtos e dos veículos utilizados para o transporte.

 

Quais cuidados são necessários ao transportar alimentos não perecíveis?

Para todos os alimentos, não apenas quando o assunto é transporte, mas também em todas as etapas de produção, exigem-se cuidados básicos e extremamente necessários, e no caso de alimentos não perecíveis esses critérios são um pouco mais simples, porém, imprescindíveis.

Para tais produtos, que geralmente são aqueles industrializados e secos, o prazo de validade costuma ser mais longo, como pacotes de arroz, leite em pó, cereais e biscoitos. Sendo assim, eles são fáceis de ser armazenados e transportados, já que não exigem um controle de temperatura específico. 

A primeira obrigação observada, no entanto, é a adequação da documentação para a realização do frete, como nota fiscal dos produtos e comprovantes da transportadora.

Outra atitude importante para o transporte de alimentos é cumprir as orientações no que diz respeito ao peso máximo de empilhamento. Dependendo, assim, das características de cada alimento e da embalagem em que é armazenado. Por isso, a informação sobre como empilhar adequadamente vem escrita nas caixas dos produtos e na documentação. É imprescindível conferir tais dados.

Por fim, é necessário se atentar ao prazo de validade dos alimentos não perecíveis. A transportadora não pode aceitar carga que esteja próxima ao limite do vencimento, já que é ilegal transportar produtos vencidos. 

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Por Urano Logística - 04/07/2022

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